Terapia Integrativa

A Terapia Integrativa não se baseia na acumulação de técnicas, nem na busca por intervenções excessivas. Seu princípio fundamental é a atuação precisa: identificar o ponto em que a transformação é possível e oferecer os recursos adequados para que ela aconteça de forma consciente e sustentável.

Muitas experiências são registradas pelo corpo antes de serem compreendidas pela mente. Quando não encontram elaboração psíquica, essas experiências permanecem ativas, manifestando-se como tensões físicas, desconfortos emocionais ou estados persistentes de desequilíbrio. A Terapia Integrativa parte do reconhecimento de que corpo e psique estão em constante diálogo, e que aquilo que não é simbolizado tende a se expressar por vias orgânicas.

Neste trabalho, a psique é compreendida como um campo de mediação entre o consciente e o inconsciente, em consonância com os fundamentos da psicologia analítica de Carl Jung e com tradições contemplativas do Tantra. Esse campo inclui emoções, imagens internas, padrões simbólicos, sonhos e conteúdos que influenciam diretamente a forma como o indivíduo organiza sua experiência de vida.

Quando esse eixo de comunicação se fragiliza, o corpo frequentemente se torna o principal meio de expressão do desequilíbrio. Sintomas físicos e emocionais não são abordados como falhas isoladas, mas como sinais que indicam a necessidade de escuta, reorganização interna e ampliação da consciência.

É nesse contexto que a Terapia Integrativa se estabelece: não como uma promessa de solução imediata, mas como um processo estruturado de reconexão com o próprio eixo psicoemocional e espiritual, favorecendo maior clareza, estabilidade e presença no cotidiano.

O método integra duas abordagens complementares. A primeira é o Yoga Terapêutico, aplicado por meio da respiração consciente, posturas psicofísicas, práticas meditativas e técnicas de relaxamento profundo, com foco na autorregulação do sistema corpo-mente. A segunda é a leitura simbólica da Roda Zodiacal pessoal, utilizada como um mapa de padrões comportamentais, potenciais de desenvolvimento e ciclos da consciência.

A partir dessa integração, o corpo deixa de ser apenas o local onde o sintoma se manifesta e passa a atuar como um recurso ativo no processo terapêutico, facilitando o reconhecimento, o processamento e a liberação de tensões físicas e emocionais anteriormente não elaboradas.

Mais do que um conjunto de técnicas, a Terapia Integrativa configura-se como um processo de reconexão: com o corpo, com a psique e com o sentido mais profundo da própria experiência de viver.


Como funciona o processo terapêutico

A Terapia Integrativa se desenvolve em dois caminhos complementares.
Inicia com a Análise da Vitalidade que investiga não apenas a saúde biológica, mas também os estados emocionais e mentais.
Após, são inseridas as duas ferramentas clássicas:

  • Análise Astrológica: análise do mapa astral individual para descobrir pontos inconscientes.
  • Yogaterapia: técnicas específicas do Yoga, especialmente Hatha e Kundalini Yoga, com a opção de acompanhamento em encontros variados que envolvem práticas e diálogo.