Este poema de Álvaro de Campos – heterônimo de Fernando Pessoa -, reflete sobre a fugacidade do tempo e a sensação de desgaste existencial. Num misto de tédio, angústia e desencanto, o eu lírico percebe como a vida se esvai sem significado profundo.
Como a Própria Inteligência Pode Bloquear a Experiência Real Fomos educados para sermos analfabetos da própria interioridade. Desde cedo, aprendemos a…